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MANJOEIRA 3 - JOMA 3

Num jogo sem grande influência na classificação para as 2 equipas, assistimos a uma boa 1ª parte da JOMA que cedo ganhou vantagem por João e conseguiu ter o controle do jogo até ao intervalo, mercê de uma boa concentração e coordenação em termos defensivos e de uma boa execução do seu sistema de jogo em termos ofensivos. A JOMA podia ter aumentado a diferença em várias ocasiões se bem que a Manjoeira, nas poucas vezes que incomodou Filipe, foi sempre perigosa obrigando-o a 2 defesas de categoria.
 
A 2ª metade foi um pouco diferente para pior para a equipa da JOMA, que sofreu um golo logo nos primeiros minutos na marcação de um livre indirecto nos 6 metros, devido a um atraso indevido ao GR. Entretanto, os intervenientes começaram a aperceber-se de uma mudança no critério da marcação das faltas por parte dos árbitros, que basicamente passou por marcar faltas a favor da equipa da casa que em situações idênticas nunca eram marcadas a favor da JOMA, o que fez com que a JOMA atingisse cedo a 5ª falta. O jogo prosseguiu com equilíbrio até que, a meio da 2ª parte, o árbitro decide transformar em penalti um lance em que a bola ressalta no braço de Picá de forma absolutamente casual. Foi o 2-1 e a equipa da JOMA, não obstante o desconto de tempo pedido pelo seu técnico, passou por um período de desconcentração, acabando por sofrer mais um golo na sequência de um contra ataque.
 
Entretanto, o jogo foi-se transformando numa autêntica lotaria devido á desorientação da equipa de arbitragem, em especial do árbitro do lado dos bancos, que tomava decisões completamente aleatórias para qualquer dos lados, acabando a Manjoeira por desperdiçar um livre de 10 metros e por atingir também a 5ª falta.
 
Mais perto do final da partida a JOMA apostou no GR avançado e acabou por ser recompensada por essa decisão chegando ao 3-2 por Bebeto na transformação de um livre de 10 metros e ao empate por Gafenho, após assistência de Matos.
 
Mas o jogo não terminaria sem acontecerem mais situações inacreditáveis em termos de arbitragem, relacionadas com o tempo de jogo, mas para as relatarmos temos de voltar ao início da partida: É que devido á ausência do cronometrista, o tempo de jogo não foi cronometrado (o lógico teria sido um dos árbitros cronometrar e o outro arbitrar) e o árbitro sempre que lhe era perguntado ia dando indicações acerca do tempo que faltava. Ora, quando a JOMA fez o 3-2 ele deu a indicação que faltava 1 minuto para acabar o jogo, sendo que a JOMA acabou por empatar já depois desse minuto passar e então o árbitro decidiu ainda prolongar o jogo por mais 7 minutos. Nesse período a Manjoeira, que também apostou no GR avançado, podia ter chegado ao golo por 2 ou 3 vezes, mas foi a JOMA numa espantosa jogada individual de Matos que desperdiçou a melhor oportunidade.
 
Ao longo da crónica já deu para perceber que assistimos a uma arbitragem verdadeiramente inqualificável, durante a 2ª parte (a 1ª decorreu sem qualquer problema). Pensamos que nem terá havido qualquer tentativa de beneficiar alguma equipa, mas sim pura incompetência, com o árbitro Luís Fernandes a demonstrar uma insegurança gritante, apitando em função dos protestos que as equipas faziam. Este árbitro é o mesmo que arbitrou o jogo Novos Talentos- JOMA em que sucedeu exactamente o mesmo. Trata-se de um árbitro ainda demasiado novo e sem experiência para apitar a este nível.
 
JOMA: Filipe (capitão), Ricardo, João, Simão e Bebeto (5 inicial), Danny, André, Gafenho, Picá e Matos. Teodósio não foi utilizado.
 
Delegado: Manuel Cardoso
Treinador: Luís Miguel
Massagista: Carlos Oliveira
 
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