JOMA 6 - VALEJAS 6
Um jogo que, apesar de ter sido muito fraco quer do ponto de vista técnico quer tático, com muitas falhas ao nível da concentração, acabou por ser muito interessante de seguir pela emoção do resultado e pelo empenho dos intervenientes.
Tratou-se da 1ª jornada da 2ª volta e na 1ª volta a JOMA tinha perdido por 6-5 após ter recuperado de 0-5 para 5-5. E a história deste jogo foi parecida embora ligeiramente mais feliz.
De fato a JOMA entrou mal no jogo e logo no 1º minuto sofreu um golo na sequência de uma falta algo duvidosa. A equipa, que entrou com 4 juvenis no cinco inicial, mostrou-se muito desconcentrada e acumulando erros, com o Valejas muito mais perto do golo. Até que surgiu a expulsão do GR da JOMA, João Vaz, num lance que não vimos mas em que este afirma ter chocado com o adversário inadvertidamente. Esta situação só veio piorar as coisas pois, com menos um jogador, a JOMA sofreu de imediato o 2º golo e além disso Ruben Pontes sem tempo para aquecer, entrou frio na baliza e não esteve muito bem durante a 1ª parte.
A JOMA jogava bastante mal não conseguindo ligar uma única jogada em organização ofensiva, com passes errados, jogadores a não criarem linhas de passe, originando perdas de bola e contra ataques perigosos do Valejas que sem surpresa chegou aos 4-0.
Perante tantas dificuldades a JOMA passou a optar invariavelmente pelo jogo direto, muitas vezes com 2 pivôs, mas as coisas não melhoraram em termos ofensivos. Valeu, no entanto, a raça dos nossos jogadores que tiveram o condão de nunca desistir e de não virar a cara á luta, acabando, em resultado da sua insistência, por fazer 2 golos mesmo em cima do intervalo, o primeiro por Rui de penalti e o 2º por Matos, de livre.
Perante tantas dificuldades a JOMA passou a optar invariavelmente pelo jogo direto, muitas vezes com 2 pivôs, mas as coisas não melhoraram em termos ofensivos. Valeu, no entanto, a raça dos nossos jogadores que tiveram o condão de nunca desistir e de não virar a cara á luta, acabando, em resultado da sua insistência, por fazer 2 golos mesmo em cima do intervalo, o primeiro por Rui de penalti e o 2º por Matos, de livre.
A 2ª parte começou com a JOMA por cima, dominando o adversário e empurrando-o para a sua área acabando por chegar ao empate com 2 golos no mesmo minuto, por intermédio de Leandro após bom trabalho de pivô e logo a seguir por Diogo Conceição num excelente remate. Estava feito o mais difícil mas, tal como na 1ª volta, a JOMA desconcentrou-se novamente e permitiu novo golo do Valejas na sequência de um canto ainda no mesmo minuto em que tinha marcado por 2 vezes. Pouco depois o Valejas repôs a vantagem em 2 golos, obrigando a JOMA a tentar nova recuperação que já parecia inatingível. O jogo prosseguiu sem grandes ocasiões mas com ambas as equipas a atingirem a 5ª falta. A emoção estava guardada para os últimos minutos que foram de uma intensidade incrível, ainda para mais com as claques das duas equipas a vibrarem e também elas a disputar um duelo á parte do jogo. A JOMA dispôs de 3 livres sem barreira e Rui conseguiu converter 2 empatando a partida no último minuto ao passo que o Valejas dispôs de dois (um deles na sequência de um erro grosseiro do árbitro) que foram superiormente defendidos por Ruben que, diga-se, esteve muito bem na 2ª parte. A JOMA ao invés do que sucedeu na 1ª volta, conseguia assim recuperar a desvantagem no último minuto da partida e ainda teve tempo para poder ganhar o jogo num lance de 3 contra 1 em que Diogo Conceição teve o golo á sua mercê.
JOMA: João Vaz, Diogo Conceição, Diogo Melo, Rodrigo Trigueiros e Leandro (5 inicial), André, Rui (capitão), Ruben Pontes, João Goulão, Levy e Matos. Rodrigo Perdigão não foi utilizado.
Treinadores: Daniel Pereira, Eduardo Mestre e Paulo Cardoso.
Massagista: Carlos Oliveira
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