CASA PIA 7 – JOMA 3
O futsal tem razões que a lógica desconhece. É também por isso que é uma modalidade fantástica. Este jogo foi uma prova disso mesmo. Quem assistiu á primeira parte nunca imaginaria que o resultado final fosse este. A JOMA entrou muito forte no jogo, pressionando o seu adversário na linha 2 com o Casa Pia a não conseguir jogar. A JOMA inaugurou cedo o marcador por Marco e durante toda a primeira parte dominou o jogo sendo superior ao seu adversário em todos os capítulos do jogo excepto um a finalização. Só isso explica o resultado ao intervalo ser totalmente contrário ao que referimos acima, pois contabilizámos na 1ª parte 16 situações de golo para a JOMA (das quais 5 foram ao poste, o que a juntar ás 4 na segunda parte totaliza 9 bolas nos postes) e 6 para o Casa Pia. Mas o que conta é que a JOMA marcou 2 golos e o C. Pia 3. De facto após falhar várias vezes o 2-0 a JOMA permitiu o empate mas voltou a marcar e voltou a falhar inúmeras vezes o 3-1, consentindo pouco antes do intervalo dois golos que viraram o marcador e o curso do jogo pois na 2ª metade o Casa Pia surgiu mais confiante a explorar muito bem o contra ataque e alguma ansiedade que se instalou na equipa da JOMA que procurava a todo o custo o empate descurando em demasia o seu equilíbrio defensivo. Face a isto o Casa Pia marcou o 4º golo e a partir daí a equipa da JOMA acusou muito o nervosismo e a responsabilidade do jogo e perdeu-se emocionalmente não revelando capacidade psicológica para lidar com o resultado negativo.
A arbitragem esteve a cargo de Gisela Infante, que é tida no meio do futsal como pouco eficiente enquanto árbitra, mas neste jogo, tirando o facto de não assinalar as bolas jogadas com a mão na área sem ser pelo GR (houve várias para ambos os lados) e os carrinhos a disputar a bola com o adversário, até nem esteve nada mal e não havendo fortes razões de queixa de ambas as equipas. Já vimos este ano várias arbitragens bem piores de árbitros mais conceituados.
A JOMA com esta derrota deixou de depender de si própria para subir de divisão e passou de 3º para 6º a dois jogos do final do campeonato.
A JOMA alinhou com Fábio M., Marco -capitão- (1 golo), João, Tiago e Bruno (5 inicial), Gonçalo, Alex (1), Bernardo, Telmo (1), Mário e Luís.
Delegado: António
Treinadores: Victor e Pedro
Massagista: Carlos
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